Todos nós sabemos que o Brasil tem uma enorme dívida social. E para definir dívida social basta considerar "um somatório de sofrimentos, humilhações e carências de toda ordem que aflige milhões de brasileiros, que vivem à margem do desenvolvimento do país", em estado de absoluta carência social.
Esta imensa dívida social requer urgência de soluções. O Estado, considerado o Primeiro Setor, sozinho, não consegue resolver as disparidades sociais. E a realidade nos mostra que o representante do Primeiro Setor...
Em um cenário de mundo globalizado, onde as mudanças e transformações nos aspectos financeiros, sociais, culturais, tecnológicos e demográficos são vertiginosas, cabe às organizações se posicionarem para fazerem frente as novas demandas do mercado e ainda buscarem sua sustentabilidade. Neste novo contexto de busca pela excelência nos serviços e produtos, as organizações tendem a ampliar o conceito quanto aos recursos humanos que compõem o seu quadro de empregados. Até muito recentemente, a área de Recursos Humanos possuía uma visão simplista de um papel meramente burocrático. Existia uma ideia de que este setor serviria, apenas, para intermediar as relações entre patrões e empregados.