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AMAC e Polícia Militar ampliam a rede de serviço de proteção especial ao jovem em situação de vulnerabilidade através de uma nova parceria, o projeto “Jovem Orientado, Futuro Trilhado”. Criado em janeiro deste ano, pelo Tenente Érick Leal Lopes, o trabalho é destinado aos adolescentes da região nordeste de Juiz de Fora.
A ideia surgiu a partir de reuniões entre o Conselho Comunitário de Segurança Pública (Consep) e líderes comunitários dos 27 bairros atendidos. “A queixa mais frequente nestes encontros era em relação ao jovem ocioso”, conta o Tenente. “Por isso, a ideia de criar um projeto que atendesse este público”, explica.
Desenvolvido pela 31ª Companhia do Segundo Batalhão, o “Jovem Orientado, Futuro Trilhado” oferece atividades socioeducativas para o adolescente ente 11 e 15 anos e cursos profissionalizantes para aqueles em idade de 16 e 17 anos.
Para a realização do projeto, a Polícia Militar tem buscado parceiros. Foi assim que surgiu a oportunidade de mais um trabalho em conjunto com a AMAC. “Nosso objetivo é inserir este jovem na sociedade e na vida profissional, dando a ele princípios de cidadania. A AMAC é uma entidade especializada em assistência social, o tipo de parceira que vai nos ajudar a alavancar o projeto”, avalia o Tenente.
Para a coordenadora executiva de alta complexidade do serviço de Proteção Especial, Cyntia Caputo Weiss Xavier, o trabalho realizado pela Polícia contribui para o fortalecimento das ações da AMAC. “A tarefa da proteção especial é muito abrangente, uma vez que a assistência realizada vai além do trabalho nas Casas. O projeto da Polícia Militar faz com que esta proteção seja integral”, avalia.
A Proteção Social Especial inclui um conjunto de serviços, programas e projetos que visam, sobretudo, a reconstrução de vínculos familiares e comunitários. Os assistidos são encaminhados pelos Centros de Referência Especializada de Assistência Social (CREAS), que são gerenciados pela Secretaria de Assistência Social (SAS). |