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Crianças, adolescentes, adultos e idosos se reuniram no sábado, 10 de julho, para a tradicional Festa Julina do Centro de Convivência do Idoso. Mais de 400 pessoas participaram do evento que se tornou um verdadeiro encontro de gerações.
Vestida à caráter, Altamira Sobreira de Souza, de 72 anos, esbanjou alegria. “Há seis anos frequento o Centro de Convivência. Gosto das atividades mais animadas, como o Carnaval da Terceira Idade e a Festa Julina. No dia à dia, faço as aulas de ginástica”, conta. Tanta animação contagiou também a família, que fez questão de marcar presença. “Trouxe todas as minhas filhas, é uma festa para todo mundo”, elogia.
Joana Augusto dos Santos, de 76 anos, já é veterana no “arraiá”. Desde que começou a participar das atividades do Centro, nunca faltou à festa. “Já tem quase 20 anos que venho e o que eu mais gosto é a quadrilha. Tudo é divertido, mas adoro dançar”, diz.
A festa também é aberta aos novatos, como é o caso de Sônia Malta da Silva que conheceu o evento em 2009. “Não tenho nenhum parente assistido pelo Centro de Convivência, vim no ano passado com uma amiga e gostei. É muito bom que seja um evento aberto à comunidade, pois é bem organizado, divertido e realizado em um espaço central”, avalia.
Foi também em 2009 que Rose Freitas, de 28 anos, esteve pela primeira vez ao evento para acompanhar a mãe, Glória. “Desde que ela começou a frequentar o Centro de Convivência, tornou-se uma pessoa mais alegre, alto astral. Acho importante incentivar a participação dela, acaba sendo um momento para toda família se divertir”, diz.
As netas de Perpétua Dias também foram prestigiar a avó. Enquanto Maria Eduarda, de 7 anos, brincava na pescaria, Luciana, de 12 anos, aguardava ansiosa pela quadrilha. “Quero ver minha avó dançando”, contou.
A participação das famílias e da comunidade na Festa Julina do Centro de Convivência do Idoso é uma forma de apoio as causas da Terceira Idade, como ressalta a Coordenadora Executiva do Atendimento a Pessoa Idosa, a assistente social da AMAC, Lígia Loureiro. “É um espaço no qual conseguimos assegurar a valorização do idoso, reforçar a cidadania e fortalecer os laços afetivos e comunitários. Por isso, a participação da família e da comunidade é de extrema importância”, avalia.
Fotos gentilmente cedidas por Milton Carlos dos Santos. |