Acolhida do Lar de Laura participa da Câmara Mirim edição 2017 - AMAC

  

Segunda, 15 Maio 2017 11:53

Acolhida do Lar de Laura participa da Câmara Mirim edição 2017

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Na sexta-feira, 12 de maio, crianças de dez escolas da cidade participaram da cerimônia de abertura dos trabalhos da Câmara Mirim edição 2017, entre elas, uma adolescente de 12 anos acolhida pelo Lar de Laura e outros alunos da Escola Municipal Áurea Bicalho. O evento aconteceu na Câmara Municipal, e teve a presença de autoridades locais, alunos, pais e professores. 
 
A professora Maria Elizabeth da Cruz, responsável pela Câmara Mirim na escola Áurea Bicalho, destaca: “As crianças aprendem o que é cidadania, e essa é uma forma de integração do grupo”. Durante a cerimônia, a jovem do Lar de Laura estava acompanhada de sua guardiã legal, Josélia Maria Avelino, coordenadora da instituição, que faz questão de participar de todas as atividades das crianças que estão na casa: “Um dos nossos objetivos é incentivar que eles participem de tudo na comunidade. Estamos muito contentes com a escolha, pois demonstra uma superação e um exercício pleno de cidadania”.
 
Câmara Mirim
 
Segundo o coordenador da Câmara Mirim, Sérgio Dutra, o projeto da Câmara Municipal envolve 10 escolas. Cinco públicas e cinco particulares. Cada escola pode indicar até 15 jovens para o projeto. No dia 27 de maio, os integrantes terão um encontro na Escola Municipal Rocha Pombo – localizada na Rua Açaí, nº 80 – Bairro Amazônia, para votarem e escolherem qual tema será discutido por eles nesta edição 2017. Os temas a serem escolhidos serão: Qualidade de Vida e Meio Ambiente, Uso da Tecnologia na Comunicação e Impacto da Violência na Juventude. 
 
As propostas desenvolvidas pelos estudantes ao longo do ano, são encaminhadas para o Executivo e Legislativo para análise, com intuito de que sejam de fato colocadas em prática.
 
Casas de Acolhimento
 
As casas de acolhimento atendem crianças e adolescentes de 2 a 17 anos, encaminhadas pela Vara da Infância e da Juventude e pelo Conselho Tutelar. Elas garantem proteção integral para indivíduos e/ou famílias que tenham vínculos rompidos ou fragilizados. O serviço preza a privacidade, o respeito aos costumes, as tradições e a diversidade de ciclos de vida, arranjos familiares, raça/etnia, religião, gênero e orientação sexual.
 
Todo o trabalho das casas de acolhimento é personalizado e favorece o convívio familiar e comunitário. As unidades são inseridas na comunidade e têm as características de uma residência comum. No entanto, o acolhimento é uma medida provisória e excepcional e só atende pessoas residentes em Juiz de Fora.
 
As crianças e os adolescentes atendidos pelas casas de acolhimento estão inseridos na rede de ensino e, durante o contraturno escolar, participam de atividades esportivas e culturais.

          

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