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Estojos Baldi e Casa da Menina Artesã: Tecendo futuros
Seg, 21 de Junho de 2010 09:53

No dia 28 de junho, a Casa da Menina Artesã da AMAC completa dez anos de atividades. E desde 2003, a Fábrica de Estojos Baldi – que produz estojos para Vivara, H. Stern, Antônio Bernardo, entre outras, mantém parceria com o programa que já colocou dezenas de adolescentes no Mercado de Trabalho.

Foto: Fernando PriamoAtualmente a Estojos Baldi - empresa sexagenária, que valoriza sua história e traz consigo muita experiência acumulada em todos esses anos - emprega cinco meninas que passaram pelo projeto da AMAC, como as gêmeas Angélica e Ângela do Nascimento, de 28 anos. Elas foram contratadas em 2003 pelo gerente comercial da empresa, Márcio Dutra. “Além das habilidades manuais, este projeto da AMAC dá autoestima para essas meninas, além de noções básicas de comportamento na rotina do trabalho diário”, define Dutra.

O gerente comercial afirma que o espírito que nortea a Casa da Menina Artesã vai ao encontro da missão da Estojos Baldi que, segundo ele, “possui uma mentalidade contemporânea, impulsionada por uma equipe formada por talentos jovens e inovadores, buscando a todo o momento a excelência e o crescimento sustentado”.

Para Ângela, ter passado pelo projeto foi uma experiência única. “O ensinamento vai muito além das técnicas do artesanato. A Casa transmite valores que serão usados na profissão e no dia a dia”, explica. A jovem incentiva adolescentes que tiverem interesse em participar do projeto. “É uma experiência muito boa pela convivência, aprendizado e oportunidades que oferece”, conta.

A Casa da Menina Artesã já atendeu 1.143 adolescentes desde a sua criação. O projeto é voltado para adolescentes do sexo feminino com idade entre 14 e 16 anos. Para participar, as interessadas devem procurar o CRAS mais próximo da sua residência para se inscreverem. O objetivo principal é a inclusão social por meio de Curso em Formação em Artesanato e Oficina de Trabalho  de Produção Artesanal, com geração de renda.

A assistente social e coordenadora do projeto, Maria Cláudia Duarte Magalhães, enfatiza que além da geração de renda, a Casa realiza um importante trabalho socioeducativo com as participantes com controle da frequência escolar, formação humana, postura profissional entre outras ações de inserção social.

Foto gentilmente cedida pelo repórter fotográfico do jornal Tribuna de Minas, Fernando Priamo.

Última atualização em Ter, 22 de Junho de 2010 10:13
 

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